Artigos postados na categoria ‘Torcidas’

Imagens do Morumbi

Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008 às 10:19

Você lembra do torcedor corintiano que foi pular de um setor para o outro no Morumbi, escorregou e acabou fincado numa lança de ferro? Isso foi em 2003.

E tem imbecivel que até hoje arrisca a vida com atitutes iguais ao do corintiano idiota dos links acima.

Veja as imagens que flagrei ontem no Morumbi.

 
Torcedor pula da arquibancada amarela para a azul.


Torcedor pula da arquibancada amarela para a azul.


Torcedor pula da arquibancada laranja para a azul.

pulaarquibancada04.jpg
Torcedor escala grade e sobe da cadeira laranja
para arquibancada laranja.

pulaarquibancada05.jpg
Torcedor escala grade e sobe da cadeira laranja
para arquibancada laranja.

Torcida modinha

Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008 às 9:21

Sombra, apresentador do Estádio 97, falou no ar tudo o que pensa sobre a torcida são-paulina.

“O torcedor não ama o clube pela sua presença no estádio. O amor que você tem pelo seu time ele não é relativo ao quanto você gasta de dinheiro pelo seu clube. O amor pelo seu time é algo que só você sente aí dentro de você”.

Sei que vou tomar cacetada, mas ele falou tudo que penso.

Não acho errado a torcida esgotar os ingressos para os jogos finais. Tem é que esgotar mesmo, tem é que ficar na fila. Porque a presença da torcida no estádio é reflexo do desempenho do time na competição.

Torcedor são-paulino não se estresse no domingo. Aquele cara chato na sua frente na arquibancada, que fica xingando o Muricy e os demais jogadores, ele é tão são-paulino quanto você! Não pense que você é mais torcedor do que ele.

Aliás, já sei qual será o principal comentário nos blogs são-paulinos, orkuts da vida e fórum de torcedores. “A arquibancada é melhor com os antigos 10 mil do que com os 60 mil que encheram o Morumbi”.

Ouça abaixo a opinião completa do Sombra.

 

 
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Tecle 1 para ajudar

Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008 às 9:32

A diretoria do Náutico encontrou uma maneira diferente para arrecadar fundos para obras de melhoria em seu centro de treinamento.

O torcedor timbu poderá ajudar através de uma doação cobrada junto da conta de luz.

É isso mesmo. Ele liga para um determinado número de telefone e escolhe o valor da contribuição. Pode ser R$ 1, R$ 5 ou R$ 10 mensais.

Além disso, alguns encontros de torcedores são realizados no local. No próximo sábado acontece um almoço com feijoada e muito chopp. O objetivo? Arrecar dinheiro para obras e homenegear um grupo de torcedores que doaram paralelepípedos para o estacionamento. Os ingressos custam R$ 20.

Mais um golaço!

Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008 às 22:32

Esse foi enviado pela minha amiga Cyntia Borges, fanática pelo Internacional.

Um puta golaço do atacante Fernandão no Campeonato Brasileiro de 2004.

O zagueiro Wilson, que jogou no São Paulo em 2001/2002, lançou para Fernandão, que ajeitou, chapelou um zagueiro e de costas para o gol virou uma bela bicicleta.

Vale a pena assistir ao vídeo abaixo. 

ATENÇÃO: Você internauta que recebe os posts via FeedBurner, a única maneira de assistir aos vídeos é entrando no blog. O serviço não suporta o envio de vídeos por email. Obrigado.

Golaço!

Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008 às 8:50

Duas perguntas para você.

1. Qual o gol mais bonito que você já assistiu no estádio?
2. E pela televisão?

Abaixo publico o gol que nunca irei me esquecer.
Pena que não foi marcado pelo São Paulo.

Era noite do dia 20 de março de 2002.
Torneio Rio São Paulo.
Assistia ao clássico contra o Palmeiras na cativa vermelha.
Ao meu lado, André Argentino e Borges, hoje no site Tricolormania.

Mais de 40 mil pessoas no Morumbi presenciaram um início arrasador do Alviverde.

O SP sofreu três gols em pouco mais de 25 minutos de jogo, mas encostou no marcador no segundo tempo quando marcou duas vezes.

Esse gol marcado pelo Alex foi o terceiro. Nunca havia visto coisa igual. Praticamente todo o público que estava na cativa aplaudiu de pé o meia do Palmeiras. Inclusive os são-paulinos.

O tiro de misericórdia foi já nos descontos quando Rogério cometeu pênalti e o paraguaio Arce decretou a vitória palmeirense por 4 a 2.

Leão agredido

Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008 às 8:40

Lamentável o episódio que envolveu o ex-treinador santista nesta quinta-feira.

Os agressores não são meros torcedores ou seguranças e sim bandidos!

Espero que sejam identificados e punidos.

Se você reconhecer algum deles, denuncie através do telefone 13  3234.6901 ou também pelo e-mail santos.dp02@policia-civ.sp.gov.br.

Público escasso

Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008 às 1:42

Mais sobre o “crime” contra o torcedor brasileiro

Terça-feira, 8 de Julho de 2008 às 0:09

Retirado do site da revista Placar. Quem gostou e quiser ler mais a respeito, compre a revista nas bancas. Vale a pena.

 Profissão: Cambista

A história e os esquemas de Campo Grande, sujeito “gente boa” que ganha (muito) revendendo ingressos ao torcedor brasileiro

Por Thiago Braga, especial para Placar

Campo Grande é cambista há 31 anos. Nascido na favela do Barbante, em Campo Grande, no Rio de Janeiro, herdou do bairro o apelido que carrega até hoje. Começou no ramo cambista ainda na adolescência.

Campo Grande mora na capital paulista há 21 anos. E fica acanhado quando perguntamos quanto fatura. “Tiro o suficiente para sustentar cinco filhos.” Mas quanto é isso? “Em média, 2500 reais por mês, porque é tudo relativo. Tem mês que estoura e eu ganho muito, mas tem outros que é fraco.”

Também já passou por muitos apuros, como ser espancado na porta do Pacaembu e ser detido. “Estava no Pacaembu para comprar ingressos para Corinthians x River, pela Libertadores de 2006. Quando me deram os ingressos, a torcida do Corinthians viu que eu era cambista e veio para cima. Me espancaram e quebrei o maxilar. Fiquei um mês sem poder falar.”

As histórias vão saindo naturalmente. É assim que Campo Grande conta como era o trabalho antigamente. “Pegava 200 ingressos direto das mãos dos bilheteiros, sem pagar. O que eu vendesse, dividia com o bilheteiro. O que sobrava eu tinha que devolver até o fim do primeiro tempo”. Ele garante que o método não existe mais. “Se ainda existisse, eu estaria envolvido, porque é um negócio muito bom.”

NO RIO É MAIS FÁCIL

Ele diz que no Rio de Janeiro as coisas são mais fáceis. “Lá, as minhas fontes têm esquemas dentro dos clubes. A verdade é que esse esquema interessa aos clubes. Aqui mesmo, no Morumbi, a diretoria do São Paulo fala que a capacidade do estádio é de 75000 pessoas. Mas eu garanto que cabe mais.

No mínimo, 80000. E por que eles fazem isso? Para ter que dar menos ingressos para os times visitantes”, diz. “Estão fazendo dois ingressos com o mesmo número de série. Eles são chamados de ‘seguidinha’ e não são falsos. Ingresso falso é outra coisa. Esses ingressos entram e passam [na catraca]”, diz.

O assessor especial da presidência do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, reconhece que no Morumbi cabem mesmo 80000 pessoas. Mas esclarece que os órgãos públicos só permitem a venda de 72000 ingressos. Diz que já ouviu falar da “seguidinha”, mas acredita que ela não ocorra.

Em muitos lugares do mundo, cambista é profissão. Eles se organizam em associações e são fiscalizados. No Brasil, por iniciativa do Ministério Público de São Paulo, discute-se desde 2005 a classificação do cambismo (venda informal de ingressos) como crime em nossa legislação, o que, para o MP, poderia tornar a repressão mais forte.

Hoje, a venda informal de ingressos não tem classificação específica no Código Penal. “O que eu faço é vender comodidade para os meus clientes. Sou um mal necessário”, acredita Campo Grande, o Big Field.

O ESQUEMA

Com a Lei 10741, ficou instituído que maiores de 60 anos teriam direito a meia-entrada nos eventos esportivos.

“Vou na segunda-feira, antes de um jogo importante, até a esquina das ruas Dom José de Barros com a Barão de Itapetininga [centro de São Paulo]. Chego por volta das 6 da manhã”

“Encontro vários velhinhos, que são aqueles que ficam o dia inteiro segurando placas de ‘compro ouro’, ‘vendo atestado médico’. Sabe quanto eles ganham para ficar lá o dia inteiro? Dez reais, mais o almoço”

“Alugo uma van, pego uns 40 velhinhos e pago 20 reais para ficarem 40, 50 minutos lá, até conseguirem o ingresso. Como idoso não pega fila e paga meia-entrada, é aí que ganho meu dinheiro e poupo tempo”

“Sei que estou corrompendo eles, mas pior é o governo, que não faz nada. Eles precisam de trabalho”.

Confiram também os nossos outros posts sobre o assunto:

- E a palhaçada continua

- O golpe dos Ingressos

Cadeia para os baderneiros

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008 às 12:31

Saiu no Diário Olé, o principal periódico esportivo argentino.

Mauro MartínMauro Martín, líder dos torcedores barra brava (violentos) do Boca Juniors, foi detido no último dia 17 e cumpre condenação de 20 dias de prisão e 4 meses de proibição para frequentar qualquer estádio de futebol na Argentina.

As autoridades locais consideram Martín responsável pelos tumultos generalizados antes do jogo entre Boca e Velez Sarsfield, em outubro de 2006. Na ocasião, os barra bravas impediram com violência o acesso de torcedores aos setores destinados aos visitantes.

Assista nos vídeos abaixo uma matéria do Esporte Espetacular, exibido em 13 de abril, sobre a violência das torcidas argentinas.

Puerta 12

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008 às 12:30

Documentário sobre a tragédia ocorrida em 23 de junho de 1968, após o clássico entre River Plate e Boca Juniors, no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

Na saída do estádio, o portão 12 estava trancado. Milhares de torcedores do Boca ficaram presos em um túnel que ligava a arquibancada ao portão, que dava acesso a rua. Revolta, tumulto e corre-corre. Em poucos minutos, o sangue e o cheiro da tragédia tomaram conta do local. Setenta e uma vidas foram perdidas. Até hoje, quase 40 anos depois, ninguém foi responsabilizado pela justiça argentina.

Puerta 12

MOTIVAÇÕES DA TRAGÉDIA

Para William Kent, ex-presidente do River Plate, os torcedores visitantes defecavam e urinavam em pratos e copos, que em seguida eram lançados sobre comissários da polícia. Como forma de repressão, os policiais decidiram trancar o portão de saída do estádio.

Outra versão, desta vez apresentada pelo Diário Clarín, é a de que a repressão policial ocorreu em razão de muitos dos torcedores do Boca terem cantado músicas de exaltação aos peronistas. Na época, a Argentina estava tomada pela ditadura do General Ongania, opositor das idéias de Juan Domingo Péron, na época exilado na Espanha. Qualquer manifestação a favor do peronismo era duramente reprimida.

TRAILLER