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Torcida do Corinthians tenta entregar bandeira a Hamilton

Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008 às 8:45

Os torcedores do Corinthians estão desde ontem em frente ao hotel em que o piloto Lewis Hamilton está hospedado, aqui em São Paulo.

Eles estão tentando entregar uma bandeira do Corinthians ao piloto, para que ela seja utilizada durante suas comemorações em Interlagos caso conquiste o título de campeão da temporada 2008 da Formula 1.

Essa tentativa dos torcedores se deve ao fato de Felipe Massa ser torcedor do São Paulo.

Na minha opinião, acho dificil isso acontecer, ainda porque a imagem abaixo já diz tudo.. hehehe

HamiltonTricolor

Mais um “Deus” no céu, o “Deus da Raça”

Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008 às 16:29

Como bons apreciadores do futebol, não podemos deixar de prestarmos a nossa homenagem a um dos maiores jogadores da história do São Paulo Futebol Clube.

Chicão, o “Deus da Raça”, veio a falecer nesta madrugada enquanto lutava contra o câncer.

Não tive a honra de vê-lo jogar. Apenas conheci seu futebol através de lances gravados e por depoimentos de outros torcedores. O conheci pessoalmente na festa da SPNet, em 2004, aonde não perdi a oportunidade de tirar uma foto com ele (logo mais postarei aqui no tópico) e agradecer por tudo aquilo que sempre ouvi falar sobre suas partidas e sua raça com a camisa do São Paulo.

Chicão,  é escalado por quase todos nós torcedores, quando fazemos aquela brincadeira de montar o melhor time do São Paulo de todos os tempos.

Valeu Chicão, e descanse em paz.

Abaixo reproduzo o texto do nosso amigo Damião, que se encontra lá na SPNet.

Corria o ano da graça de 1975. Num domingo ensolarado, 23 de maio, logo depois do almoço, o garoto, com o coração na boca do estômago, pega a sua bandeirinha do Tricolor que sua mãe havia feito de forma artesanal, na outra mão o radinho de pilha, e dirige-se pela primeira vez ao Morumbi, para assistir ao vivo e em cores, o seu recentíssimo amor – São Paulo Futebol Clube - jogar contra o Palmeiras, já campeão do primeiro turno do Campeonato Paulista em que o Tricolor, além de sagrar-se campeão, fez até hoje a mais fantástica série invicta da história do Paulistão, com 39 partidas de invencibilidade.

O Tricolor vence de forma sensacional, com gol do verdugo Dom Pedrito Rocha, mas o garoto sai do estádio encantado com uma figura que vestia o manto de número 5 e que parecia um gigante dentro de campo. Tempos depois o garoto veio a saber que fora traído pela sua visão de criança que enxergou a altura do caráter daquele jogador e não sua estatura física verdadeira. Chicão era atarracado mas era baixo.

Francisco Jesuíno Avanzi, o Chicão! Meu primeiro ídolo Tricolor e personificação da raça e altivez dentro de campo.

Chicão encantava pela forma como se entregava dentro de campo, disputando a bola como se disputasse um prato de comida.

Em 1978, o garoto, já com seus 16 anos, viajou para Belo Horizonte e teve a honra e o prazer de ver uma das atuações individuais mais impressionantes de um jogador de futebol, que praticamente sozinho, no peito e na raça, comandou o Tricolor da conquista do seu título mais heróico e improvável da história, contra o sensacional e contagiante time do Atlético/MG, dentro de um Mineirão lotado pela massa atleticana.

Naquela tarde chuvosa de domingo, Chicão fez mais uma vez a moeda cair em pé e calou mais de cem mil pessoas, intimidando o jovem time do Galo e comandando de maneira espetacular o esforçado mas limitado time de guerreiros do Tricolor, na conquista do seu primeiro título brasileiro. A Taça do Brasil de 1977.

Em 1978, tendo o País se rendido à raça e valentia do guerreiro Tricolor, o garoto teve o prazer de ver seu ídolo na Copa do Mundo de seleções, ser escalado numa das maiores ‘fogueiras’ que pudesse ser enfrentada, para encarar, pela Seleção Brasileira, o time da Argentina, cujo atacante era o bad-boy, Luque, que apavorava e intimidava com sua catimba e violência, os seus infelizes marcadores.

Qual não foi a alegria do garoto quando Chicão, na primeira bola que disputou com Luque, recebeu uma peitada do valentão e, ao invés de se intimidar como esperava o argentino, deu-lhe um empurrão, enfiou o dedo na cara dele e transformou o lobo em cordeiro durante o restante todo da partida, comandando com sua tradicional valentia, o meio-de-campo do Brasil.

O garoto comemorou aquele lance como um gol. E foi verdadeiramente um gol de Chicão. Era assim que ele presenteava a torcida: com sua raça, sua valentia, sua altivez!

Chicão continuou encantando até 1979, quando foi ser ídolo no Atlético/MG que desde a perda do Brasileiro para o Tricolor, estabeleceu uma relação de ódio (inicial) e amor, com o nosso eterno Chicão.

Hoje aquele garoto, disfarçado em um senhor de meia-idade, recebe a notícia que seu grande e primeiro ídolo foi vencido, em sua última batalha.

O garoto voltou no tempo e chorou por um momento, mas ao escrever esse texto, seu coração novamente se alegra, pois vai guardar de Chicão, as doces lembranças de quando seus heróis enfrentavam os alemães e seus canhões e enchiam seu coração de alegria.

Fique com Deus.

Descanse em paz, Guerreiro!

Francisco Jesuíno Avanzi (Chicão) – volante – 1973/1979
Jogos pelo Tricolor – 312 (142 vitórias, 111 empates 59 derrotas)
Gols marcados - 19

Por Damião Márcio Pedro

Festa TricolorPaulista.Net

Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008 às 12:34

Matéria exibida em 23 de setembro de 2008 no programa Gazeta Esportiva, na TV Gazeta, aqui em São Paulo.

Assista aos bastidores da comemoração de seis anos do site TricolorPaulista.Net, que homenageou alguns mitos que defenderam as cores do São Paulo Futebol Clube ao longo da história.

1 minuto de silêncio

Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008 às 0:00

Talvez não seja esse tipo de post que vocês leitores gostariam de encontrar aqui, mas não posso deixar de prestar uma homenagem a uma pessoa que continuará sendo especial pelo restante da minha vida.

No último sábado perdi meu tio Nelson.
Sargento do Exército, foi um guerreiro na batalha contra o câncer.

Era meu meu padrinho e segundo pai.

Em 1989, quando eu tinha 5 anos, ele ficou transtornado ao saber que meu pai havia me levado para assistir Corinthians x Santos, no Pacembu. O combinado era que eu torceria para quem ganhasse o jogo. Felizmente deu empate naquele dia.

Aí em 1990, no meu aniversário de 6 anos, me presenteou com o uniforme completo do Tricolor. O sonho dele estava completo: ter um sobrinho são-paulino.

Cresci ouvindo histórias de Roberto Dias, Chicão, Dario Pereira e outros nomes que defenderam a camisa branca, preta e vermelha.

Em 2005, em uma festa da SPNET, quando ganhei uma homenagem da equipe do site, ele conheceu cada um dos jogadores que acompanhava apenas das arquibancadas do Morumbi. Em determinado momento da festa o observei conversando alegramente com o Roberto Dias. Pareciam amigos de longa data. Quando ele foi embora me agradeceu com as seguintes palavras: “Obrigado André, hoje foi o dia mais feliz da minha vida”.

A dor da perda ainda é enorme.
Se parece com aquela música do Ira!.

“É quando seus amigos / Te surpreendem / Deixando a vida de repente / E não se quer acreditar…”

Na verdade essa homenagem é apenas para fazer um agradecimento.
Tio Nelson… Obrigado por tudo… Onde você estiver… Olhe por nós!

Parabéns Uruguai!

Quarta-feira, 30 de Julho de 2008 às 12:22

Treze seleções participaram da primeira Copa do Mundo em 1930.

Argentina, Bélgica, Bolívia, Brasil, Chile, Estados Unidos, França, Iugoslávia, México, Paraguai, Peru, Romênia e Uruguai.

O Brasil não passou da primeira fase, quando venceu da Bolívia por 4 a 0, mas foi derrotado pela Iuguslávia, que venceu os seus dois jogos e se classificou para as semi-finais.

Coube aos uruguaios e aos argentinos fazerem a primeira final da competição mais importante do futebol mundial.

O duelo foi disputado há exatos 78 anos no estádio Centenário, em Montevidéu.

Deu Uruguai: 4 a 2 sobre os hermanos.

Parabéns Uruguai!

Argentinos e uruguaios entrando em campo na final de 1930
Argentinos e Uruguaios entrando em campo na final de 1930
Crédito: Popper Foto

Homenagem a Luiz Fernando Bindi

Terça-feira, 22 de Julho de 2008 às 23:47

Faleceu nessa terça-feira o jornalista Luiz Fernando Bindi.

Não tenho palavras para descrever minha tristeza nesse momento.

Infelizmente o conheci faz pouco tempo.

Notável era sua paixão pelos animais, pelo Palmeiras e pelo Juventus.

Resumo esse cara com dois adjetivos: Gênio e Honesto.

O hino abaixo, em versão jazz, é do Palmeiras e quem me passou foi o Bindi.

Fique bem Bindi ! Obrigado por tudo.

 
icon for podpress  Hino do Palmeiras - Versao Jazz [03:55m]: Play Now | Play in Popup

A despedida do Imperador Adriano

Sábado, 21 de Junho de 2008 às 21:03

A diretoria são-paulina prestou homenagem ao atacante Adriano antes do jogo deste sábado entre São Paulo e Sport, no estádio do Morumbi.

A camisa entregue ao Imperador, com o número 10 estampado em algarismo romano, era para ser usada pelo atleta contra o Audax Italiano, pela Copa Libertadores da América, primeiro jogo realizado no Morumbi pela competição sul-americana. Porém, a idéia foi vetada pela Conmebol, entidade responsável pela Libertadores.

Crédito das Fotos: Gaspar Nóbrega/VIPCOMM

Adriano recebe placa das mãos de Juvenal Juvêncio
Adriano recebe placa das mãos de Juvenal Juvêncio

Júlio Casares apresenta quadro em homenagem a Adriano
Júlio Casares apresenta quadro em homenagem a Adriano

Adriano exibe camisa comemorativa que ganhou da diretoria
Adriano exibe camisa comemorativa que ganhou da diretoria

Adriano acena e agradece aos torcedores são-paulinos
Adriano acena e agradece aos torcedores são-paulinos

 

Dener - 14 anos sem seu talento

Sábado, 19 de Abril de 2008 às 0:00

“O drible é bonito. Muito mais bonito do que um gol”.
Dener -  02.04.1971 … 19.04.1994

Essa é nossa homenagem a você craque Dener.
Muitos dribles… Concluídos em gol…
A combinação perfeita do futebol brasileiro…
Ninguém fez melhor do que você !

Religião e futebol juntos

Quarta-feira, 2 de Abril de 2008 às 0:01

Karol Wojtyla. Esse foi seu nome de batismo.
Escolheu Johannes Paulus ao alcançar o posto mais alto da Igreja.
No Brasil ficou conhecido como João Paulo II.

Papa João Paulo II

Visitou nosso país em três oportunidades: 1980, 1991 e 1997.
Em duas vezes beijou o solo brasileiro assim que desceu do avião.
Demostrou força e fé até os últimos momentos de vida.
Talvez seja o motivo da grande identificação com a população católica.

Há três anos falecia o Papa João Paulo II.

Um minuto de silêncio foi realizado em diversos campos de futebol.
Se tornou nome do estádio do Mogi Mirim no interior paulista.
A torcida do Fluminense prestou uma emocionante homenagem.

No dia seguinte ao falecimento o Maracanã estava lotado.
Em disputa o título da Taça Rio entre Fluminense e Flamengo.
Quarenta mil tricolores ecoaram a música “A benção, João de Deus”.
O momento foi registrado pela TV Globo. Assista abaixo.

A bênção, João de Deus,
Nosso povo te abraça,
Tu vens em missão de paz,
Sê bem-vindo
E abençoa este povo que te ama!
A bênção, João de Deus!